PROJETO 

O “Projeto Borboletas: cores da Mata Atlântica” é uma iniciativa do Instituto Marcos Daniel em parceria com a ArcelorMittal Tubarão e apoio do Instituto Últimos Refúgios. Somos pioneiros na conservação de borboletas no Espírito Santo e contamos com o único borboletário do estado. Os três importantes pilares do projeto são: Pesquisa Científica, Educação Ambiental e Difusão Científica.

A Mata Atlântica é um dos biomas mais importantes e ricos do planeta em termos de diversidade, mas também é um dos mais ameaçados, devido à redução de suas áreas originais. Mesmo com tantos impactos, o bioma ainda abriga uma infinidade de organismos, em especial aqueles com altos níveis de endemismo. Além disso, é o hábitat de muitas espécies, desde bichos grandes a animais pequenos e encantadores, como borboletas e mariposas.

As borboletas são insetos fundamentais para os ecossistemas e para nós, pois são responsáveis pela polinização de diversas plantas, ciclagem de nutrientes, além de fonte de alimento para os animais. Elas são um bom sinal de ambiente saudável e bem preservado. As borboletas podem ser encontradas em quase todo planeta, com mais de 20 mil espécies conhecidas no mundo e, dessas, 3 mil são encontradas no Brasil. Possuem grande diversidade, sendo muito atrativas e fascinam as pessoas com suas cores e formas. E, ainda assim, são os insetos mais ameaçados de extinção no país e os principais motivos são a perda de habitat e a redução das áreas de ocorrência.

O único borboletário do Espírito Santo, localizado na ArcelorMittal Tubarão, vem há quase 20 anos desenvolvendo trabalhos de educação ambiental e pesquisas em prol da proteção das borboletas capixabas. As atividades do borboletário se iniciaram em 2001 e, desde então, a ArcelorMittal tem proporcionado a todos os visitantes conhecer e entender um pouco mais sobre esses insetos que tanto encantam: as borboletas.

ED. AMBIENTAL E

DIFUSÃO CIENTÍFICA

As borboletas são consideradas um excelente grupo bandeira para conservação por sua importância ecológica, por terem cores vibrantes (ou quase sempre), atrativas, serem carismáticas e importantes indicadoras de mudanças ambientais. Podem ser excelentes como modelo para educação ambiental e difusão científica, servindo de exemplo para diversos aspectos biológicos como: ciclo de vida, dependência de recursos e cadeia alimentar. Assim, estes insetos podem ser considerados um bom ponto de partida para sensibilizar as pessoas quanto à consciência sobre a conservação.

As borboletas
Protagonistas
A Mata Atântica
Protagonista
Thayna Raymundo
Coordenadora / Bióloga
Yhuri C. Nóbrega
Responsável técnico / Médico Veterinário
Bárbara Mello
Coordenadora de Educação Ambiental / Bióloga
Gabriel Dias
Biólogo
Fernando Paulino
Difusão Científica
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