I ENCONTRO INTERNACIONAL DE MEDICINA DA CONSERVAÇÃO
Propostas de Normas de Apresentação de Trabalhos Científicos
Orientações para a redação e submissão dos trabalhos científicos
NORMAS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
1. Os trabalhos deverão ser escritos sob a forma de
resumos simples, em Português, Espanhol ou Inglês.
2. O formato do arquivo deverá ser "doc" (
Microsoft Word versão 6 ou superior) ou "rtf" (
Rich Text Format).
3. A página deverá ser configurada em papel A4 (21 x 29,7 cm) e digitada em cor preta. As margens esquerda e superior deverão ter 3,0cm e as margens direita e inferior 2,0 cm. Recomenda-se o uso das fontes Arial ou Times New Roman, tamanho 12, espaço simples.
4. O título do trabalho científico deve ser escrito em alinhamento centralizado, em negrito e letras maiúsculas. Os nomes científicos devem ser escritos em negrito, itálico e em letras minúsculas.
5. Os nomes dos autores e co-autores devem ser escritos em alinhamento centralizado, em negrito e com a primeira letra de cada palavra em maiúscula. Após os nomes dos autores devem-se colocar os números sobrescritos correspondentes as afiliações institucionais. A separação de cada autor deve ser feita por ponto e vírgula.
6. As afiliações institucionais devem ser colocadas por ordem dos autores.
7. Todo texto do resumo deve possuir no máximo 500 palavras, sem espaçamento de parágrafos.
8. O conteúdo do texto do resumo deverá possuir: breve introdução, material e métodos, resultados e discussões. Torna-se importante ressaltar que a ausência de qualquer item acima pode ser motivo para a não aceitação do mesmo e que trabalhos sem resultados (serão aceitos resultados preliminares) também não serão aceitos.
9. Os agradecimentos e apoio financeiro devem ser escritos após o texto do resumo.
10. Serão aceitos no
máximo 3 (três) trabalhos submetidos por inscrição. Os trabalhos serão apresentados na forma de painéis (pôsteres).
11. Tamanho dos painéis – 0,9 m de largura x 1 m de altura, as letras deverão ser visíveis. Os materiais para a montagem dos painéis serão de responsabilidade dos autores.
12.
A data limite para submissão de resumos é 15/06/2007.
13. A aceitação do trabalho será comunicada ao responsável através de e-mail até a data estipulada no calendário do evento.
14. Somente serão aceitos trabalhos de inscritos no I EIMC e com a inscrição paga.
15. Os trabalhos deverão ser submetidos em
uma (1) cópia digital. O arquivo do trabalho a ser submetido deverá ser anexado no espaço específico dentro do
link submissão
on-line de trabalhos.
16. Segue abaixo, de forma simplificada e didática, o formato da redação dos trabalhos a serem submetidos:
OCORRÊNCIA DE AGLUTININAS ANTI-Brucella abortus EM TAMANDUÁS-BANDEIRA (Myrmecophaga tridactyla) DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA (MG) E DO PARQUE NACIONAL DE EMAS (GO)
Maria Fernanda Vianna Marvulo1,2,3,4; Fernanda Vinci dos Santos5; Márcio Garcia Ribeiro6; Aparecida Vitória de Souza6; José Soares Ferreira Neto4; Jean Carlos Ramos Silva3,7
1Faculdade de Jaguariúna (FAJ); 2Universidade Paulista (UNIP); 3Instituto Brasileiro para Medicina da Conservação – Tríade; 4Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal (VPS), FMVZ/USP; 5Médica veterinária autônoma; 6Departamento de Higiene Veterinária e Saúde Pública, FMVZ, UNESP, Botucatu; 7Departamento de Medicina Veterinária, UFRPE.
A brucelose é uma doença de grande expressão na produção animal e na saúde pública. Estudos epidemiológicos desta zoonose são necessários para um maior entendimento da sua história natural e de seus riscos na esfera reprodutiva. Os animais silvestres participam da cadeia epidemiológica da brucelose, todavia, em algumas espécies de mamíferos poucas são as informações acerca desta doença. O objetivo deste trabalho foi analisar a ocorrência de aglutininas anti-
Brucella abortus em tamanduás-bandeira (
Myrmecophaga tridactyla) de vida livre provenientes do Parque Nacional da Serra da Canastra (PNSC), MG e do Parque Nacional de Emas (PNE), GO. Foram analisados 21 tamanduás-bandeira, adultos, de ambos os sexos, 15 procedentes do PNSC e 6 do PNE. Para a contenção química, dardos foram lançados a distância e os animais foram anestesiados utilizando o cloridrato de cetamina na dosagem de 9mg/kg associado ao cloridrato de xilazina na dosagem de 4,5mg/kg. Como agente da reversor da xilazina utilizou-se a ioimbina na dose de 1mg/kg. Logo após a contenção, foi realizada a colheita de sangue venoso e a obtenção do soro sangüíneo. O teste sorológico utilizado na triagem para a pesquisa de aglutininas anti-Brucella abortus foi a prova do antígeno acidificado tamponado e para confirmação, utilizou-se o teste da prova lenta e o teste de 2-mercaptoetanol. Dentre as 21 amostras testadas, 4 (19%) foram soropositivas na prova do antígeno acidificado tamponado e também soropositivas nos dois testes confirmatórios: teste da prova lenta (título 50 em 4 animais) e no teste de 2-mercaptoetanol (título 25 em 1 animal e 50 em 3 animais). Os animais soropositivos eram provenientes do PNSC (n = 2) e do PNE (n = 2). A via de transmissão mais viável parece ser a ingestão de água ou alimentos contaminados com brucelas no meio ambiente e estes animais soropositivos, indicam uma dispersão de brucelas nestes dois Parques Nacionais.